
Quando a geopolítica impacta o luxo
Claudia Armond5 MIN30/04/2026Uma guerra a milhares de quilômetros de distância está, silenciosamente, redesenhando o comportamento de consumo do topo da pirâmide global.
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Claudia Armond5 MIN30/04/2026Uma guerra a milhares de quilômetros de distância está, silenciosamente, redesenhando o comportamento de consumo do topo da pirâmide global.

Claudia Armon5 MIN11/02/2026Você sabia que até 90% das jornadas de compra de luxo começam no ambiente digital, mesmo quando a transação é finalizada na loja física? Na prática, isso significa que a maioria dos consumidores pesquisa valores, modelos, história da marca, comentários e tendências antes de tomar sua decisão. O primeiro contato com o produto raramente acontece na vitrine, ele acontece na tela. Segundo estudo da (2025), mais de 90% dos compradores de produtos de luxo realizam pesquisas prévias, principalmente online. Mercados como China, Brasil e Rússia estão entre os que mais pesquisam antes da compra, e também entre os consumidores mais ativos. Esse dado reforça um princípio fundamental do marketing de luxo: o digital não é apenas um canal de vendas, mas um espaço de construção de desejo, narrativa e legitimidade de marca. No luxo, o site institucional, o e-commerce e as redes sociais não devem funcionar como simples vitrines. Eles precisam refletir o universo simbólico da marca, traduzir sua estética, valores, sua história e seus códigos culturais. Cada imagem, cada collab, cada texto e cada interação contribuem para formar a percepção de valor.

Claudia Armond6 MIN10/02/2026Por que a Louis Vuitton usa a estratégia em formato diamante? Quando analisamos o portfólio da Louis Vuitton, fica claro que a marca não organiza seus produtos apenas por categorias ou faixas de preço. Existe uma lógica estratégica por trás dessa arquitetura que foi descrita por Jean-Noël Kapferer e Vincent Bastien no livro "The Luxury Strategy" ao estudarem o funcionamento das grandes maisons de luxo. Segundo os autores, o portfólio de produtos não é apenas uma organização comercial: é uma arquitetura simbólica que sustenta o desejo, Proteção contra a diluição de marca, a legitimidade e a rentabilidade da marca. Na pirâmide clássica do luxo, o topo é composto por peças únicas, sob medida ou de altíssima complexidade. Esses produtos não existem para gerar volume, mas para construir aura, legitimidade cultural e autoridade criativa. No centro ficam os produtos icônicos: bolsas estruturadas, relógios ou artigos de couro que representam o verdadeiro núcleo da marca. São eles que traduzem o sonho em desejo concreto. Na base, aparecem os produtos de entrada como perfumes, óculos e pequenos acessórios, responsáveis por gerar escala e ampliar o público aspiracional. O modelo em diamante, no entanto, refina essa lógica. Nele, o coração estratégico não está no topo, mas no centro: o produto icônico que sustenta economicamente e simbolicamente a marca. O topo e a base existem para reforçar e financiar esse núcleo.

Claudia Armond8 MIN09/12/20252026 se aproxima, e nossa área de Business Intelligence na Armond & Co. mapeou as 8 tendências essenciais que precisam entrar no planejamento estratégico das marcas que desejam crescer e se manter relevantes no mercado de luxo.

Claudia Armond6 MIN01/12/2025O relatório The State of Fashion 2026 , produzido pela Business of Fashion em parceria com a McKinsey & Company , chega como um dos diagnósticos estratégicos mais influentes da indústria global.

Claudia Armond8 MIN27/11/2025Em sua última viagem a Xangai, Bernard Arnault, presidente da LVMH, surpreendeu o setor ao fazer algo incomum: ele visitou e comprou em marcas chinesas .

Claudia Armond5 MIN10/11/2025Ao longo de 2025, diversas maisons internacionais revisaram seus portfólios, repensaram estruturas de gestão e realizaram mudanças importantes em suas lideranças , um movimento que reflete um novo momento para o segmento.